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Cingapura propõe impulso regulatório para bolsas descentralizadas

O banco central de Cingapura está propondo uma mudança nas regras existentes do mercado de câmbio com o objetivo de facilitar a adoção e a descentralização do blockchain.

Atualizado 13 de set. de 2021, 7:58 a.m. Publicado 23 de mai. de 2018, 8:15 a.m. Traduzido por IA
Credit: Shutterstock
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A Autoridade Monetária de Cingapura (MAS), o banco central de fato da cidade-estado, está propondo mudanças nas regulamentações existentes que facilitariam a entrada no mercado de bolsas descentralizadas baseadas em blockchain.

De acordo com um documento de consultapublicado na terça-feira, a MAS afirma que a atual estrutura regulatória de "operadores de mercado reconhecidos" (RMO) de nível único não é capaz de atender à demanda por novos modelos de negócios baseados em tais tecnologias emergentes. Para abordar a questão, a autoridade propõe introduzir uma estrutura de três níveis em uma tentativa de facilitar o acesso ao mercado para plataformas de troca de pequena escala.

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"A MAS observou o surgimento de novos modelos de negócios em plataformas de negociação, incluindo instalações de negociação que fazem uso da Tecnologia blockchain ou plataformas que permitem negociação ponto a ponto sem o envolvimento de intermediários", escreve a MAS no artigo, acrescentando:

"Como o atual regime de RMO está em vigor desde 2002, é oportuno revisar a estrutura regulatória para operadores de mercado para garantir que ela continue atendendo às demandas do cenário em mudança."

Em particular, o nível 3 da estrutura proposta se aplica a operadores de mercado que são significativamente menores do que as bolsas estabelecidas e tem como objetivo permitir que eles implementem Tecnologia blockchain e P2P e implantem serviços em um ambiente supervisionado.

"Este novo nível foi criado para facilitar a entrada de novos participantes que desenvolvem soluções para participantes do mercado atacadista ou operadores de mercado que atingiram o fim de seu período de sandbox e são comercialmente viáveis, mas cujos negócios não conseguem atender aos requisitos do regime RMO existente", explicou a MAS.

Atualmente, a autoridade supervisiona o mercado de câmbio sob duas categorias: bolsas aprovadas (AE) e operadores de mercado reconhecidos (RMOs). O primeiro se aplica a plataformas "sistemicamente importantes" que estão disponíveis para investidores de varejo, como a bolsa de valores de Cingapura.

A estrutura do RMO, por outro lado, permite a regulamentação de outras bolsas, como as de commodities e derivativos, que se enquadrariam no nível 2 da nova proposta, caso ela seja aprovada.

As partes interessadas, como instituições financeiras, têm agora até 22 de junho para fornecer feedback à MAS sobre a proposta.

MASimagem via Shutterstock

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