Peter Schiff Define Bitcoin como um 'Grande Culto' e Reforça sua Posição em Ouro.
Durante sua participação na conferência Bitcoin 2025, o renomado entusiasta do ouro e crítico do bitcoin classificou a criptomoeda como um “memecoin” e não uma forma de verdadeira riqueza, provocando risadas — e indignação.

O que saber:
- Peter Schiff afirmou que a comunidade do Bitcoin se comporta como um culto movido mais por hype do que por substância.
- Ele argumentou que o fato dos bancos centrais ainda comprarem ouro prova que o metal amarelo permanece o ativo de reserva preferido.
- Schiff brincou que, ao alertar as pessoas contra o Bitcoin, ele pode ter convencido ainda mais a comprá-lo.
Peter Schiff, um dos críticos mais veementes do Bitcoin, subiu ao palco na conferência Bitcoin 2025 na quinta-feira e não se conteve. Durante uma conversa acalorada com a jornalista Natalie Brunell no Venetian Convention Center em Las Vegas, o defensor de longa data do ouro descartou a comunidade Bitcoin
Schiff, que ganhou destaque como corretor de ações e entusiasta do ouro, há muito tempo argumenta que o bitcoin não tem valor intrínseco. No palco, ele reiterou essa afirmação e apontou para os bancos centrais globais que ainda acumulam ouro — não bitcoin — como prova de que o ouro continua sendo o verdadeiro ativo de reserva.
“Toda vez que digo às pessoas para não comprarem bitcoin, elas compram mais,” ironizou. “Provavelmente sou responsável por mais pessoas possuindo bitcoin do que qualquer outra pessoa nesta conferência.”
Seus comentários foram em resposta ao vice-presidente dos EUA J.D. Vance, que disse mais cedo naquele dia que bitcoin criou “riqueza sem igual” na última década. Schiff rebateu, argumentando que a riqueza gerada pelo ativo cripto não representa criação de valor, mas sim uma transferência de riqueza dos que chegaram tarde para os primeiros adotantes. “É uma estrutura de pirâmide,” disse ele, “não inovação.”
Enquanto o público reagia com uma mistura de risos e gemidos, Schiff manteve o foco: o preço do bitcoin, disse ele, é impulsionado por hype, não por fundamentos econômicos. A provocação contrastou com o restante das festividades da semana, onde muitos palestrantes celebraram a crescente aceitação institucional e a pegada financeira do bitcoin.
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