Mitsubishi, Fujitsu e outras empresas de tecnologia criarão a ‘Zona Econômica Metaversa do Japão’
O acordo visa criar a infraestrutura para um metaverso aberto e “atualizar o Japão por meio do poder dos jogos”.

Várias grandes empresas japonesas de Tecnologia, manufatura e Finanças estão se unindo para criar a infraestrutura de um metaverso aberto para impulsionar a estratégia Web3 do país.
Empresa de serviços de TI Fujitsudisse segunda-feira em um comunicado à imprensaestá colaborando com outras nove empresas, incluindo a fabricante de automóveis Mitsubishi e o banco global Mizuho, para criar uma estrutura de metaverso interoperável chamada Ryugukoku (TBD), que será usada para expandir a “Zona Econômica do Metaverso do Japão”.
O objetivo da aliança do metaverso é ajudar a construir a estrutura para que as corporações explorem o marketing Web3, a reforma do trabalho e as iniciativas de experiência do consumidor, disse o press release. Ryugukoku (TBD) servirá como um mundo virtual para conectar usuários a diferentes serviços Web3 criados por empresas e agências governamentais.
A plataforma também implementará “Auto-Learning Avatars”, que coletam informações dos usuários para fornecer uma experiência personalizada no metaverso. O “Pegasus World Kit” ajudará os usuários a criar experiências gamificadas no metaverso e seu “Multi-Magic Passport” fornecerá métodos de identificação e pagamento para facilitar a interoperabilidade dentro do espaço do metaverso.
O Japão tem trabalhado para integrar a Tecnologia Web3 em sua agenda nacional. Em outubro, o PRIME ministro Fumio Kishia disse que o país estaria investindoem serviços de transformação digital, incluindo tokens não fungíveis (NFT) e o metaverso. Em novembro, o Ministério Digital do paísplanos traçadospara criar uma organização autônoma descentralizada (DAO) para ajudar agências governamentais a entrar na Web3.
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O desafio do hardware: Cysic e Cardano entram em conflito sobre o futuro da computação descentralizada

Na Consensus Hong Kong 2026, Leo Fan questionou o uso do Google Cloud e Azure pela Midnight, enquanto Charles Hoskinson justifica as parcerias com hyperscalers.
O que saber:
- Na Consensus Hong Kong 2026, o fundador da Cysic, Leo Fan, alertou que projetos de blockchain que dependem fortemente de hiperescaladores como Google Cloud e Microsoft Azure correm o risco de recriar pontos únicos de falha que comprometem o ethos de descentralização das criptomoedas.
- O fundador da Cardano, Charles Hoskinson, defendeu as parcerias com grandes provedores de nuvem para a rede Midnight, focada em privacidade, argumentando que sistemas globais que preservam a privacidade exigem capacidade computacional em nível de hyperscaler, enquanto a criptografia e a computação confidencial protegem os dados subjacentes.
- O debate entre Hoskinson e Fan centra-se em como definir a descentralização, com Hoskinson priorizando a neutralidade criptográfica sobre a propriedade de hardware e Fan defendendo um modelo híbrido que limita a dependência das Big Techs e estende a descentralização à própria camada de computação.












