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Coreia do Sul emite diretrizes para regulamentar tokens de segurança à medida que a legislação se aproxima

Os reguladores financeiros da Coreia do Sul estão trabalhando para incluir os tokens de segurança no escopo das regras de Mercados de capitais do país.

Atualizado 6 de fev. de 2023, 3:35 p.m. Publicado 6 de fev. de 2023, 9:21 a.m. Traduzido por IA
Seoul, South Korea (Ciaran O'Brien/Unsplash)
Seoul, South Korea (Ciaran O'Brien/Unsplash)

Comissão de Serviços Financeiros da Coreia do Sul (FSC) na segunda-feiradiretrizes publicadas em que iterações baseadas em blockchain de títulos tradicionais, conhecidos como tokens de segurança, se qualificarão para regulamentação sob as regras de Mercados de capitais do país.

A orientação vem antes deregulamentações altamente esperadas que institucionalizarão os tokens de segurança.

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A Coreia do Sul está trabalhando para regulamentar o setor de Cripto e blockchain de forma abrangente, com legisladores da Assembleia Nacional do país considerando 17 estruturas legislativas distintas relacionadas à criptografia. As discussões visam criar a Lei Básica de Ativos Digitais (DABA), uma estrutura legal abrangente para regular a dinâmica indústria de Cripto da Coreia.

Leia Mais: Legisladores sul-coreanos estão se preparando para regular a Cripto. Como isso poderia ser?

Os tokens de segurança referem-se à digitalização de títulos sob oLei dos Mercados de Capitais usando Tecnologia de razão distribuída, de acordo com a orientação, e se aplicará apenas a ativos digitais que se qualifiquem. A orientação esclarece que stablecoins, que são Cripto atreladas ao valor de outras moedas, como o dólar americano, e são usadas para pagamentos ou como meio de troca, provavelmente não se enquadrarão na definição de títulos. Ativos digitais que não têm emissor e não precisam "cumprir as obrigações proporcionais aos direitos do investidor" também provavelmente ficarão fora do escopo de tokens de segurança.

"Por outro lado, ativos digitais correspondentes a títulos devem ser emitidos e distribuídos em conformidade com todas as regulamentações de valores mobiliários da Lei de Mercados de Capitais", disse a FSC.

As regras planejadas visam apoiar a inovação e, ao mesmo tempo, garantir a proteção do consumidor, de acordo com as diretrizes.

"Durante o primeiro semestre de 2023, promoveremos a institucionalização enviando emendas à Lei de Valores Mobiliários Eletrônicos e à Lei de Mercados de Capitais à Assembleia Nacional", disse a FSC.

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