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Paraguai rejeita projeto de lei de regulamentação de Cripto em um golpe para a indústria de mineração de Cripto

O projeto de lei limitaria o quanto a operadora da rede pode cobrar dos mineradores de Bitcoin pela eletricidade.

Atualizado 6 de dez. de 2022, 4:19 p.m. Publicado 6 de dez. de 2022, 1:41 p.m. Traduzido por IA
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A câmara baixa do Paraguai não conseguiu aprovar um projeto de lei que regulamentaria as Cripto, um grande golpe para a crescente indústria de mineração do país.

A nação sul-americana ostenta algumas das tarifas de energia mais baratas do mundo, graças à represa de Itaipu, uma das maiores do mundo. A eletricidade relativamente barata atraiu empresas locais e internacionais para montar Bitcoin (BTC) minas no país.

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O projeto de lei teria regulado a Cripto e a mineração e foi inicialmente aprovada pelo Senado do país em julho. O presidente Mario Abdo Benítez, no entanto, vetou a legislação propostaem agosto, enviando-o de volta à legislatura para emendas e uma nova rodada de votação. Na segunda-feira, o projeto de lei obteve apenas 36 votos na Câmara dos Deputados, aquém dos 41 necessários para ser aprovado.

A indústria se viu em uma briga com o provedor da operadora de rede local, Ande, e alguns membros da legislatura que alegam que a infraestrutura da rede não consegue lidar com o excesso de carga e que a indústria T beneficia muito a economia e a sociedade local. Ande pediu ao governo que aumentasse a tarifa de energia elétricapara mineradores em agosto em até 60% acima da taxa industrial.

O projeto de lei proposto teria limitado o quanto a Ande pode aumentar as tarifas dos mineradores para 15%. Esse tem sido um grande ponto de discórdia para a operadora da rede e o governo.