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A Cripto Exchange AirTM mira Mercados problemáticos com aumento de US$ 7 milhões

A exchange de Criptomoeda peer-to-peer AirTM levantou US$ 7 milhões e diz que usará para se expandir em economias latino-americanas em dificuldades.

Atualizado 13 de set. de 2021, 8:19 a.m. Publicado 29 de ago. de 2018, 2:59 p.m. Traduzido por IA
South America

A exchange de Criptomoeda peer-to-peer AirTM levantou US$ 7 milhões em uma rodada de financiamento Série A.

A startup sediada no México, que busca ajudar indivíduos a realizar transações e contornar serviços bancários tradicionais, revelou a notícia na quarta-feira, dizendo que direcionará os fundos para aumentar seu alcance em vários Mercados na América do Sul. Em particular, a empresa pretende atingir residentes de nações com economias problemáticas, de acordo com um comunicado à imprensa.

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A BlueYard Capital, sediada em Berlim, liderou a rodada, disse um porta-voz ao CoinDesk, embora eles não pudessem revelar os investidores restantes.

O cofundador e CEO da AirTM, Ruben Galindo, disse no comunicado que a empresa continuaria a fornecer carteiras digitais e acesso a criptomoedas para indivíduos no mundo em desenvolvimento.

De acordo com uma declaração fornecida à CoinDesk, a AirTM, por exemplo, permite que freelancers sejam pagos em dólares diretamente para sua carteira AirTM e então retirem dinheiro como moeda local. "Esta é uma solução muito melhor do que ser pago em moedas desvalorizadas ou por meio de uma carteira eletrônica que não esteja conectada à rede bancária local do freelancer", continuou.

Citando a crescente "desconfiança em instituições financeiras e governamentais em muitos Mercados emergentes", a AirTM disse que sua bolsa ponto a ponto é "única" por permitir que os usuários troquem moeda fiduciária local por AirUSD, seu token denominado em dólares americanos.

A empresa anunciou no início deste ano que estavatrabalhando com O inventor do Zcash, Zooko Wilcox, apoiará os residentes venezuelanos que realizam transações com Zcash e dólares americanos em vez da moeda nacional hiperinflacionada, o bolívar (recentemente substituídopelo bolívar soberano).

A startup alega permitir que os venezuelanos ignorem completamente os serviços bancários e forneceu serviços para potencialmente até 200.000 cidadãos na época do relatório. A empresa indicou que a Venezuela era responsável por aproximadamente 60.000 transações por mês em abril de 2018.

"Em maio de 2018, o governo de Maduro anunciou a Operação Mãos de Papel na televisão nacional, condenando a AirTM e outras plataformas que permitiam o câmbio não licenciado de bolívares/dólares", observou o comunicado de quarta-feira.

América do Sul no globoimagem via Shutterstock