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Operador alegado de BTC-e alega inocência em nova entrevista

O suposto operador do BTC-e se manifestou em uma entrevista na qual afirmou ser inocente das acusações feitas pelo governo dos EUA.

Atualizado 13 de set. de 2021, 6:54 a.m. Publicado 11 de set. de 2017, 10:00 a.m. Traduzido por IA
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Em sua primeira entrevista desde sua prisão, o suposto operador de BTC-e, Alexander Vinnik, disse que é inocente das acusações feitas contra ele pelo governo dos EUA.

Preso na Grécia

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em julho, após uma investigação do Departamento de Justiça dos EUA, o russo está atualmente detido lá sob acusações de lavagem de dinheiro e operação de um "serviço monetário não licenciado" até que possa ser extraditado para os EUA. Vinnik se recusou a permitir que fosse extraditado voluntariamente.

Na entrevista comRússia HojeVinnik disse:

"Não me considero culpado... O fato de que trabalhei para a BTC-e e fiz meu trabalho, e não é justificável me acusar disso. Descobri a acusação cerca de um mês depois de ter sido preso. Isso me foi dito pelo meu advogado russo."

O BTC-e foi invadido por autoridades dos EUA e fechado em 25 de julho, mas desde entãode volta onlinee prometeu devolver os fundos dos usuários. Em uma declaração na época, o grupo alegou que Vinnik nunca foi o responsável pela exchange.

Outras declarações sugeriram o que poderia se tornar um dos desafios mais notáveis ​​a surgir no setor de Tecnologia blockchain.

Por exemplo, a esposa de Vinnik, Alexandradisse à Russia Todayque ela acredita que ele está sendo incriminado pelos EUA porque eles querem usar seu "intelecto". Além disso, ela disse que era "estranho" que Vinnik fosse julgado nos EUA, já que ele não trabalhava nem morava lá.

Vinnik concordou, dizendo à fonte de notícias que não entende como o governo dos EUA pode julgar um cidadão russo.

As declarações neste artigo foram traduzidas do russo.

Paraísoimagem via Shutterstock