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Coinbase Lança Negociação DEX no Brasil à Medida que Visão de ‘Aplicativo para Tudo’ Cresce

A medida ocorre em meio a novas regulamentações do banco central do Brasil, que exigem que as empresas de criptomoedas sejam licenciadas e relatem transações internacionais.

Atualizado 19 de nov. de 2025, 5:05 p.m. Publicado 19 de nov. de 2025, 4:53 p.m. Traduzido por IA
Coinbase (CoinDesk)
Coinbase (CoinDesk)

O que saber:

  • A Coinbase está lançando a negociação DEX no Brasil, oferecendo acesso a um conjunto mais amplo de tokens por meio de plataformas como Uniswap e Aerodrome.
  • A medida ocorre em meio a novas regulamentações do banco central do Brasil, que exigem que as empresas de criptomoedas sejam licenciadas e relatem transações internacionais.
  • O recurso DEX da Coinbase é não custodial, permitindo que os usuários gerenciem negociações por meio de uma carteira de autocustódia sem pagar taxas de rede.

A Coinbase (COIN) está lançando negociações em exchange descentralizada (DEX) para usuários no Brasil, poucos dias depois do banco central do país impor novas regras abrangentes às empresas de criptomoedas.

A medida oferece aos brasileiros acesso a uma gama significativamente mais ampla de tokens, expandindo de algumas centenas para potencialmente milhões, sem sair do aplicativo Coinbase, a empresa afirmou em um comunicado na quarta-feira.

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A Coinbase já oferece Negociação DEX para usuários nos EUA, como parte de sua estratégia para se tornar um "aplicativo para tudo," um termo utilizado para definir uma aplicação que oferece uma variedade de serviços em uma única plataforma.

A atualização permite que os usuários negociem tokens nativos do Base momentos após sua cunhagem. Ela direciona as negociações por meio de plataformas como Uniswap e Aerodrome, eliminando a necessidade de os usuários interagirem diretamente com protocolos descentralizados desconhecidos.

Os usuários não pagam taxas de rede e podem gerenciar negociações por meio de uma carteira de custódia própria integrada, acrescentou a Coinbase.

A empresa também acrescentou que "ativos que forem identificados por um fornecedor terceirizado confiável como ativos maliciosos ou fraudulentos confirmados não estarão disponíveis," antes de ressaltar que não revisa o acesso oferecido por meio das integrações DEX.

No início deste mês, O banco central do Brasil divulgou uma estrutura que exige que os prestadores de serviços de criptomoedas sejam licenciados, reportem transações internacionais e atendam a limites de capital de até US$ 7 milhões.

As regras colocam as atividades de criptomoedas sob o regime cambial e do mercado de capitais do Brasil e dão às empresas nove meses para se adequarem.

Plataformas estrangeiras que atendem usuários brasileiros, incluindo a Coinbase, devem estabelecer uma entidade local ou correm o risco de serem proibidas. Embora o recurso DEX da Coinbase seja não custodial e possa estar fora de alguns requisitos de licenciamento, as regras do banco também abrangem carteiras de autocustódia quando usadas para transferências internacionais, que agora estão sujeitas a relatórios mensais.

Isenção de responsabilidade sobre IA: Partes deste artigo foram geradas com a ajuda de ferramentas de IA e revisadas por nossa equipe editorial para garantir a precisão e a conformidade com nossos padrões. Para obter mais informações, consulte Política de IA completa da CoinDesk.