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A bolsa de Cripto Bybit suspende negociações de derivativos no Brasil após proibição da Comissão de Câmbio

A Bybit disse que está negociando com a Comissão de Valores Mobiliários do Brasil, mas descontinuará as negociações de futuros e opções de Cripto a partir de quinta-feira.

Atualizado 11 de mai. de 2023, 4:21 p.m. Publicado 14 de set. de 2022, 6:12 p.m. Traduzido por IA
Brazil flag (Unsplash)
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Este artigo é uma adaptação do CoinDesk Brasil, uma parceria entre a CoinDesk e InfoMoney, uma das principais publicações de notícias financeiras do Brasil. Siga CoinDesk Brasil no Twitter.

A bolsa de Criptomoeda Bybit, sediada em Cingapura, deixará de oferecer futuros e opções de Cripto no Brasil na quinta-feira após uma proibição foi imposta à Bybitpela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na semana passada.

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Em nota, a Bybit disse que está conversando com a CVM para resolver a questão. Enquanto isso, a empresa acrescentou que está “limitando a negociação de derivativos a partir deste momento”.

A plataforma da Bybit atualmente exibe uma mensagem alertando sobre a mudança e recomendando aos usuários que “gerenciem suas posições e/ou ordens antes” de quinta-feira. A empresa acrescentou que a medida “não implicará em nenhum tipo de bloqueio de ativos derivativos depositados por nossos traders”.

A Bybit não respondeu quando questionada se as posições abertas de derivativos dos usuários serão fechadas automaticamente na quarta-feira.

A bolsa acrescentou que outros produtos Cripto oferecidos no Brasil – como negociação de ativos no mercado à vista – continuam funcionando normalmente, “em conformidade com as regulamentações locais apropriadas”.

Na semana passada, a CVM afirmou que a Bybit estava “buscando captar recursos de investidores residentes no Brasil para investimentos em valores mobiliários”, sem que a empresa tivesse autorização para atuar como intermediária de valores mobiliários, já que somente a bolsa de valores brasileira B3 tem permissão para ofertar valores mobiliários lá.

Este artigo foi traduzido por Andrés Engler, e Editado por CoinDesk. O original em português pode ser encontrado aqui.

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