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A maior corretora do Brasil, XP, está pronta para lançar o recurso de negociação de Cripto

Construída com base na Tecnologia de negociação da Nasdaq, a plataforma permitirá que os usuários comprem Bitcoin e ether.

Atualizado 11 de mai. de 2023, 6:51 p.m. Publicado 12 de mai. de 2022, 4:03 p.m. Traduzido por IA
Sao Paulo, Brazil (Bruno Thethe/Unsplash)
Sao Paulo, Brazil (Bruno Thethe/Unsplash)

Este artigo é uma adaptação do CoinDesk Brasil, uma parceria entre a CoinDesk e InfoMoney, uma das principais publicações de notícias financeiras do Brasil. Siga CoinDesk Brasil no Twitter.

A XP (XP), maior corretora brasileira em valor de mercado, planeja lançar uma plataforma de negociação de Cripto até o final de junho, anunciou a empresa na quinta-feira.

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  • O produto, chamado XTAGE, é desenvolvido com base na Tecnologia de negociação da principal bolsa de valores americana, a Nasdaq, e será integrado ao aplicativo da XP, disse a empresa em um comunicado.
  • O novo recurso do XP permitirá que 3,5 milhões de usuários comprem e vendam Bitcoin (BTC) e éter (ETH), embora o depósito e a retirada de Cripto não estejam disponíveis no estágio inicial. A empresa planeja “expandir sua oferta para incluir vários tipos de ativos digitais, conforme as tendências de mercado e o apetite dos investidores evoluem”, acrescentou XP.
  • A XP contratou a empresa de custódia de Cripto BitGo para armazenar os ativos da XTAGE, a maioria dos quais será mantida em “carteiras frias”, disse Lucas Rabechini, diretor de produtos financeiros, durante uma entrevista coletiva.
  • A XP está listada na Nasdaq e tem um valor de mercado de US$ 10,8 bilhões. A empresa oferece serviços de consultoria financeira e mais de 800 produtos de investimento, de acordo com seu perfil.
  • Na quarta-feira, o maior banco digital brasileiro,Nubank, adicionou opção para clientes comprarem e venderem Bitcoin e etherem sua plataforma.

Este artigo foi traduzido por Andrés Engler e Editado por CoinDesk. O artigo original em português pode ser encontrado aqui.

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Dados exclusivos do quarto trimestre mostram que 69,2% dos emissores estão ativos, enquanto 84,6% relatam atritos regulatórios moldando o lançamento da tokenização.

What to know:

  • Uma nova pesquisa da Brickken revela que a maioria dos emissores de ativos do mundo real está utilizando a tokenização principalmente para melhorar a formação de capital e a eficiência na captação de recursos, e não para desbloquear a liquidez do mercado secundário.
  • Enquanto grandes bolsas como CME, NYSE e Nasdaq avançam para o comércio 24/7 de ativos tokenizados, muitos emissores permanecem em uma fase de validação focada em estruturas regulatórias, processos de emissão e qualidade dos ativos em conformidade.
  • A regulamentação é o principal obstáculo para os esforços de tokenização, mesmo com a expansão da atividade além do mercado imobiliário para ações, propriedade intelectual e entretenimento, com líderes do setor destacando a infraestrutura de emissão como a ponte fundamental entre as finanças tradicionais e descentralizadas.