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O aplicativo de pagamentos Bitcoin Strike se expande para mais de 65 países de três

A Strike, liderada por Jack Mallers, atualmente opera nos EUA e em El Salvador. Agora, está entrando em novos Mercados na África, América Latina, Europa Oriental, Ásia e Caribe – de Antígua e Barbuda a Vanuatu e Zâmbia.

Atualizado 22 de mai. de 2023, 7:26 p.m. Publicado 19 de mai. de 2023, 8:58 p.m. Traduzido por IA
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MIAMI BEACH, Flórida – A empresa de pagamentos focada em BitcoinBatidaestá expandindo seu aplicativo para mais de 65 países, a partir da base atual dos EUA e El Salvador.

O CEO da Strike, Jack Mallers, fez o anúncio na sexta-feira na conferência Bitcoin 2023 em Miami Beach, Flórida.

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O aplicativo Strike usa Bitcoin e Lightning – uma rede secundária para transações de Bitcoin mais baratas e rápidas – para oferecer serviços globais de pagamento e transferência de dinheiro entre fronteiras. O aplicativo agora ostenta uma interface de usuário totalmente nova e também dá aos usuários a capacidade de manter fundos em Bitcoin (BTC) e Tether (USDT).

Leia Mais: Strike expande remessas alimentadas pela Lightning Network para as Filipinas

Strike diz que a expansão aumentará seu mercado potencial total para quase 3 bilhões de pessoas.

“Nosso objetivo final é atingir de 7 a 8 bilhões de pessoas em cada país”, disse Manuela Rios, vice-presidente de produtos da Strike, em entrevista ao CoinDesk.

Rios diz que a nova interface de usuário do aplicativo contará com uma experiência de integração perfeita, algo em que ela disse que a empresa vem trabalhando há anos.

“Se você estiver nos Estados Unidos, os aplicativos são maravilhosos; há um padrão muito alto para design”, explicou Rios. “Infelizmente, esse não é o caso quando você baixa aplicativos no exterior.”

ATUALIZAÇÃO (20 de maio de 2023, 00:23 UTC): Atualiza os países nos quais a Strike opera.