Ethereum agora ameaça perder os US$ 2.600, mesmo após JPMorgan lançar fundo na rede

O Ethereum agora voltou a cair forte e renovou mínimas desde o início de dezembro.
Além disso, o ativo já acumula uma desvalorização próxima de 40% em relação ao topo do ano.
Embora a rede tenha acabado de ser escolhida pela JPMorgan para sediar seu primeiro fundo on-chain, o gráfico aponta riscos claros no curto prazo.
Nesse contexto, analistas alertam para a possibilidade de uma extensão da queda até a região dos US$ 2.600.
Gráfico do Ethereum agora sinaliza padrão baixista preocupante
No gráfico diário, o ETH recuou do topo anual em torno de US$ 4.968 para a faixa atual próxima de US$ 2.980.
Esse movimento ganhou força à medida que a pressão vendedora se espalhou por todo o mercado cripto.
Além disso, o preço passou a desenhar um padrão clássico de bandeira de baixa.
Esse tipo de formação começou a se estruturar ainda em outubro, quando o Ethereum iniciou uma sequência de topos e fundos descendentes.
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Agora, o preço já rompeu a parte inferior da bandeira, o que aumenta o risco de continuação da tendência negativa.
Caso o padrão se confirme, o alvo técnico fica próximo de US$ 2.620.
Esse nível representa uma queda adicional de cerca de 12% em relação aos preços atuais.
Além disso, perder essa faixa pode abrir espaço para uma pressão ainda maior, com vendedores mirando a região dos US$ 2.500.
Esse ponto coincide com zonas de suporte relevantes em ferramentas técnicas amplamente utilizadas no mercado.
Por outro lado, um retorno consistente acima da parte superior da bandeira anularia esse cenário baixista.
Nesse caso, o Ethereum poderia buscar uma recuperação mais ampla, com foco psicológico em US$ 4.000.

JPMorgan lança fundo tokenizado na rede Ethereum
O sinal técnico negativo surge justamente em um momento relevante para o ecossistema Ethereum agora.
Recentemente, a JPMorgan anunciou o lançamento de seu primeiro fundo on-chain utilizando a rede.
O produto, chamado My OnChain Net Yield Fund (MONY), será destinado a investidores qualificados.
Com isso, o maior banco dos Estados Unidos passa a integrar um grupo crescente de gigantes de Wall Street explorando a tokenização.
Entre eles estão nomes como BlackRock, Apollo Management e Janus Henderson.
Atualmente, o Ethereum lidera com folga o mercado de ativos do mundo real tokenizados.
Dados do setor mostram que a rede concentra cerca de US$ 12,6 bilhões em RWAs, dentro de um mercado total próximo de US$ 18 bilhões.
Esse domínio reforça a posição do Ethereum como principal infraestrutura para tokenização financeira.
Escolha da JPMorgan chama atenção do mercado
A decisão da JPMorgan ganha ainda mais peso por causa de seu CEO.
Jamie Dimon é conhecido por críticas duras ao setor de criptomoedas ao longo dos anos.
Ainda assim, o banco escolheu o Ethereum agora como base para seu novo produto financeiro.
Além disso, a JPMorgan administra mais de US$ 4 trilhões em ativos, o que amplia o impacto simbólico da iniciativa.
Por isso, cresce a expectativa de que outras instituições tradicionais sigam o mesmo caminho.
Entre os possíveis próximos nomes, analistas citam bancos como Goldman Sachs e Bank of America.
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