PicPay anuncia retorno ao mercado de criptomoedas no Brasil com 12 criptos

O PicPay anunciou nesta quarta (16/07) que está de volta ao mercado de criptomoedas no Brasil.
Desse modo, após um ano e meio de pausa, a companhia retoma sua operação.
De acordo com o comunicado, dois pilares foram fundamentais para esse retorno.
PicPay relança produto com 12 tokens disponíveis para negociação
O avanço da regulação no Brasil, a maturidade crescente do mercado de criptoativos e a aderência ao perfil dos clientes demandavam o retorno do serviço.
‘A decisão reforça a visão de longo prazo do PicPay para o setor e marca uma nova etapa na sua estratégia de negócios digitais’, destaca a empresa.
O produto volta com 12 tokens disponíveis para negociação: Bitcoin (BTC), Ether (ETH), USD Coin (USDC), Uniswap (UNI) e Chainlink (LINK).
Além disso, também estarão disponíveis Litecoin (LTC), Polygon (POL), Bitcoin Cash (BCH), Aave (AAVE), Solana (SOL), Ripple (XRP) e Dogecoin (DOGE).
Toda a experiência é integrada ao app. A liberação do produto será feita de forma gradual para os usuários.
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PicPay vê cripto como parte de uma mudança estrutural no sistema financeiro
‘Em 2023, decidimos pausar a operação diante de um cenário regulatório ainda incerto. De lá para cá, o mercado evoluiu, a regulação avançou, e isso se reflete na demanda dos clientes.
Cada vez mais, vemos os criptoativos ocupando um espaço relevante na carteira dos brasileiros e fazendo parte da rotina financeira das pessoas.’, afirma Anderson Chamon, cofundador e vice-presidente executivo de Novos Negócios do PicPay.
Além disso, entre os recursos disponíveis está o alerta de preços, que notifica o usuário sempre que a moeda estiver em alta ou baixa dentro de uma faixa definida pelo cliente, como 5% ou 10%.
Segundo a empresa, transações de compra ou venda acima de R$ 100 terão taxa zero no início da operação.

De acordo com o PicPay, a volta de cripto ao app não é um movimento pontual. Assim, ele é parte da estratégia do PicPay para complementar seu portfólio de produtos financeiros e não financeiros.
Na visão da empresa, a alta demanda dos usuários desde o lançamento do produto, em 2022, mostrou o quanto os ativos digitais fazem sentido para o perfil da base.
‘Em menos de sete meses, já tínhamos mais de um milhão de usuários negociando cripto no app.
Isso mostra o quanto o tema conversa com o perfil do nosso cliente — aberto à inovação e acostumado a soluções digitais no dia a dia.
Além disso, reforça que nosso produto não responde a uma moda, mas a uma mudança estrutural no sistema financeiro’, complementa Chamon.
Mercado de criptomoedas em crescimento
A retomada do PicPay acompanha um movimento mais amplo do mercado de criptoativos.
Em 2024, o número de pessoas que possuem criptomoedas no mundo cresceu 13%, saltando de 583 milhões para 659 milhões de usuários — impulsionado pela adoção institucional e pela evolução regulatória em diversas regiões, segundo relatório da Crypto.com.
No mesmo período, o valor total do mercado de criptomoedas quase dobrou, atingindo US$ 3,91 trilhões em dezembro, de acordo com o CoinGecko.
No Brasil, essa tendência também se reflete: já há mais brasileiros investindo em cripto do que na Bolsa de Valores, segundo levantamento do Datafolha divulgado em março de 2025.
Sobre os próximos passos do produto, o executivo do PicPay afirma que a empresa tem um roadmap estruturado para evoluir a oferta de cripto dentro do app, expandindo o número de tokens disponíveis e desenvolvendo funcionalidades que melhorem a experiência do usuário.
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