Varejo e instituições acumulam BTC – cotação irá subir em setembro?

Dados da Bitwise mostram que 28 novas empresas criaram tesourarias de Bitcoin em julho e agosto. Juntas, adicionaram 140.000 BTC.
Para comparação, esse número quase iguala à oferta anual de moedas recém-mineradas.
Enquanto isso, compradores institucionais já adquiriram 690.000 BTC em 2025. Esse total é mais de seis vezes a quantidade minerada no mesmo período.
O varejo e as baleias também estão acumulando. Nesse sentido, quando ambos acumulam, o preço da criptomoeda tende a subir.
Com a demanda superando a oferta, a alta parece cada vez mais provável.
Destaques da acumulação:
- 140.000 BTC comprados por empresas em julho e agosto.
- 690.000 BTC absorvidos por instituições apenas em 2025.
- Varejo e baleias acumulando em sincronia.
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Metaplanet expande tesouraria de BTC
Um dos compradores mais agressivos tem sido a Metaplanet. A empresa de investimentos japonesa dobrou suas reservas para 20.000 BTC após comprar 1.009 moedas por US$ 112 milhões.
Aos valores atuais, esse montante vale mais de US$ 2,15 bilhões. Assim, a Metaplanet figura entre as seis maiores detentoras corporativas de Bitcoin no mundo.
Há apenas três meses, a companhia possuía 10.000 BTC. Agora, revisou sua meta para 30.000 BTC até o fim do ano.
Para alcançar o objetivo, a Metaplanet anunciou a venda de 550 milhões de novas ações no exterior.
A expectativa é levantar mais de 130 bilhões de ienes. Grande parte dos recursos será destinada à compra de Bitcoin, já que a empresa segue otimista no longo prazo com o ativo.
Esse movimento agressivo não só amplia a tesouraria, mas também reforça a confiança no potencial do Bitcoin.
Além disso, atrai investidores globais que veem o ativo como proteção e também como aposta de crescimento.
Perspectiva técnica e previsão de preço
O gráfico do Bitcoin mostra consolidação dentro de um canal de baixa desde meados de agosto. A resistência superior está entre US$ 111.350 e US$ 113.500.
O suporte imediato aparece em US$ 107.335, seguido por US$ 105.150 e US$ 103.350.
O preço se mantém logo abaixo da média de 50 dias em US$ 110.538. A média de 200 dias em US$ 112.869 adiciona pressão extra.

Os candles mostram hesitação, com vários corpos pequenos. O RSI está em 46, indicando fraqueza. No entanto, uma leve divergência altista sugere possível recuperação no curto prazo.
O MACD está achatado, mas pode mudar caso a pressão compradora aumente.
Um rompimento acima de US$ 111.350 pode sinalizar rali até US$ 115.700. Isso confirmaria a retomada da tendência de alta.
Por outro lado, rejeição nessa zona pode empurrar o preço de volta para US$ 107.335 ou abaixo.
Para traders, surge um cenário claro: entradas compradas acima de US$ 111.350 mirando US$ 115.700. Caso haja rejeição, posições vendidas podem buscar US$ 107.335.
No horizonte, a tendência de acumulação e as compras corporativas sustentam um cenário positivo. Se varejo e instituições continuarem acumulando neste ritmo, o Bitcoin pode não apenas romper o canal.
Por fim, ele também pode alcançar US$ 250.000 nas próximas semanas, repetindo ciclos anteriores.
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