Bitcoin agora: BTC despenca para US$ 98 mil e mercado sofre com pressão intensa

O Bitcoin agora entrou em uma nova fase de instabilidade nesta sexta-feira, quando o preço rompeu pela primeira vez o nível de US$ 100 mil desde a queda brusca de quarta-feira.
A moeda atingiu US$ 98 mil, movimento que ampliou a aversão ao risco e deixou investidores atentos a cada oscilação.
Apesar das tentativas de recuperação, o mercado mostra sinais claros de fraqueza e segue reagindo a uma série de fatores que empurram o BTC para níveis cada vez mais sensíveis.
O cenário piorou depois que dados confirmaram a venda de mais de 815 mil BTC por detentores de longo prazo ao longo dos últimos 30 dias.
Esse volume chamou atenção porque ocorre exatamente quando a liquidez global continua pressionada pela postura rígida do Federal Reserve.
Assim, o BTC perdeu força e revisitou regiões de menor liquidez, movimento que amplia ainda mais o risco de continuidade da queda.

Bitcoin agora despenca para US$ 98 mil
Ao mesmo tempo, os mapas de liquidez mostram uma concentração expressiva de ordens abaixo de US$ 100 mil.
Analistas como Mike Ermolaev, fundador da Outset PR, destacam que existe um grande bloco de liquidez entre US$ 98 mil e US$ 100 mil, região que agora funciona como ímã para o preço.
Desde maio, o Bitcoin testou a faixa entre US$ 102 mil e US$ 100 mil quatro vezes seguidas, o que indica desgaste estrutural e reduz a capacidade de defesa dos compradores.
Traders como Daan reforçam essa leitura ao apontar um desequilíbrio crescente entre o suporte e a resistência.
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De acordo com ele, o movimento atual indica que a busca pelas mínimas se tornou mais provável, especialmente porque o comportamento do mercado mostra mínimas mais altas, porém sem confirmação de força.
Assim, qualquer rompimento pode liberar um novo squeeze e ampliar a pressão sobre o preço.
A visão é compartilhada por analistas de futuros, que observam um viés ainda muito inclinado para posições longas.
Na Binance, por exemplo, 68,9% das posições seguem no lado comprador, mesmo diante do risco de uma nova perna de baixa.
Esse tipo de assimetria geralmente aumenta a chance de liquidações rápidas, especialmente quando o preço se aproxima de zonas técnicas frágeis.
Posições em Long
Esse medo cresceu depois que a CoinGlass registrou um acúmulo de US$ 1,3 bilhão em posições long alavancadas concentradas exatamente no nível de US$ 98 mil.
Com o preço alcançando essa região, o mercado reagiu com aumento de volatilidade e realização de lucros, ampliando o impacto da queda.
Além do aspecto técnico, fatores macroeconômicos continuam afetando o humor dos traders.
O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, reafirmou sua oposição aos cortes de juros, o que pressionou a liquidez global.
A mensagem endureceu a postura dos investidores e reforçou a fuga de ativos de risco.
Essa pressão chegou ao Bitcoin de forma direta, já que traders correram para reduzir exposição antes de novos sinais do banco central americano.
No mercado de derivativos, a situação não foi diferente. As liquidações em futuros somaram US$ 553 milhões, sendo US$ 273 milhões apenas em posições compradas de BTC.
Essa onda derrubou indicadores de curto prazo e contribuiu para o rompimento do suporte psicológico de US$ 100 mil, que sustentou o preço durante boa parte da semana.
A queda também coincidiu com o impacto simbólico da saída gradual da Bitfarms da mineração.
A empresa planeja encerrar suas operações nos próximos dois anos para focar em inteligência artificial, movimento que assustou parte do mercado, mesmo que o efeito direto sobre o hash rate seja limitado.
Mineradores venderam mais de 1.200 BTC na última semana, reforçando a pressão vendedora.
Zona de suporte
Agora, a zona de suporte entre US$ 97.988 e US$ 100.563 ganhou importância vital para evitar uma queda mais profunda.
Caso seja rompida, analistas alertam para a possibilidade de o mercado mirar o nível psicológico de US$ 95 mil, região que historicamente provoca aumento de volatilidade.
A análise técnica confirma o clima tenso. O RSI caiu para 35, indicando forte impulso de baixa, enquanto o MACD cruzou para venda.
O preço também foi rejeitado no nível de 38,20% de Fibonacci, em US$ 106.453, antes de perder mais de 6% na quinta-feira.
Agora, com o BTC oscilando próximo de US$ 98.300, os traders observam atentamente a força de compradores nas próximas horas.
Se o mercado conseguir recuperar tração, a reação pode levar novamente o preço à região de US$ 106 mil.
Porém, enquanto o Bitcoin permanecer abaixo de US$ 100 mil, o clima segue dominado pela cautela, pela pressão técnica e pelo medo de novas liquidações.
Maxi Doge (MAXI): memecoin em pré-venda ganha força com proposta híbrida de tecnologia e comunidade
Enquanto o mercado segue pressionado pelo movimento macro e pelo comportamento do Bitcoin, uma das pré-vendas que mais chamaram atenção nos últimos dias é a do Maxi Doge (MAXI).
O ativo, que abraça o espírito de ‘meme coin com propósito’, já movimentou mais de US$ 4 milhões em sua rodada inicial e vem sendo apresentado como uma espécie de ‘parente degen’ do Dogecoin — mas com foco maior em eficiência e utilidade dentro da rede Ethereum.
Lançado como um token ERC-20, o MAXI aposta em taxas reduzidas, velocidade nas transações e um ecossistema alinhado à participação da comunidade.
Entre os 150,24 bilhões de tokens previstos, 25% foram destinados ao Maxi Fund.
Este é uma reserva criada para financiar ações de marketing e impulsionar o crescimento do projeto ao longo das próximas etapas.
O time por trás da iniciativa também incluiu um mecanismo de staking que, no início, chega a oferecer rendimentos anuais de até 77%.
A taxa tende a diminuir conforme mais usuários aderem ao programa, criando um incentivo inicial para quem entra cedo na pré-venda.
No momento, cada token é negociado por US$ 0.0002675, valor que sobe automaticamente a cada fase concluída.
A compra pode ser feita via MetaMask ou Best Wallet, e o desenvolvimento do projeto é acompanhado em tempo real nos canais oficiais no X (Twitter) e no Telegram.
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