Gabriel Galípolo assume presidência do Banco Central em 2025

Banco Central Brasil
Em votação secreta, o Senado totalizou 66 votos a favor e 5 contrários ao nome de Galípolo, que deve assumir o posto em 1º de janeiro.
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Imagem: Roque de Sá/Agência Senado

O Senado aprovou na terça (08/10) a indicação do economista Gabriel Galípolo para ser presidente do Banco Central do Brasil (BC) entre 2025 e 2028. Em votação secreta, o painel do Plenário totalizou 66 votos a favor e 5 contrários. Ele deve assumir o posto em 1º de janeiro.

Atualmente, Gabriel Muricca Galípolo é diretor de política monetária do BC. Ele foi indicado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para substituir o atual presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, que encerra sua gestão em dezembro.

Galípolo tem 42 anos e foi secretário-executivo do Ministério da Fazenda no início da gestão de Fernando Haddad. Tem graduação e mestrado em economia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), atuou como professor universitário e foi presidente do Banco Fator.

A carreira no setor público começou quando ele chefiou a Assessoria Econômica da Secretaria de Transportes Metropolitanos e, posteriormente, foi diretor da Unidade de Estruturação de Projetos da Secretaria de Economia e Planejamento do estado de São Paulo.

Desafios pela frente

Após sabatina de quatro horas, realizada antes da votação em plenário, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou Galípolo por unanimidade, com 26 votos a favor e nenhum contra. Entre os temas abordados estavam: a independência em relação ao governo Lula durante sua gestão no BC e o combate à inflação.

Segundo comunicado da Agência Senado, Galípolo lembrou que o Brasil enfrentou hiperinflação na década de 1980, mas é atualmente reconhecido por sua estabilidade monetária e financeira. E tem inflação em patamar similar aos das economias mais desenvolvidas e estáveis do mundo.

Ainda segundo a Agência Senado, o economista citou os principais desafios que o BC tem pela frente. São eles: a consolidação de uma agenda capaz de criar uma economia mais equânime e transparente, e combinar maior produtividade e sustentabilidade. O que envolve o compromisso permanente do Banco Central no combate à inflação.

Muitas vezes, como sociedade, a gente se frustra pelos avanços em ritmo mais lento e em trajetória menos linear do que a gente deseja. Mas eu penso que os avanços e os bloqueios correspondem aos pesos e contrapesos do processo democrático e ao tempo necessário para o debate público e construção de consensos. E eu prefiro sempre as dores do processo democrático às falsas promessas de atalho, afirmou Galípolo.

Galípolo também destacou que, após a crise profunda dos anos 1980, hoje o Brasil é credor líquido internacional. E possui mais de 350 bilhões de reservas de dólares.

Ele ressaltou, ainda, que o país apresenta, um superávit comercial sólido e estrutural. Além disso, o economista enfatizou que o Brasil se solidificou como exportador líquido de petróleo, combinado com uma matriz energética limpa e diversificada.

“Ter segurança alimentar e energética é uma vantagem especialmente relevante em momentos de tensões políticas elevadas. Tudo isso representa um enorme avanço, em contraste com as condições observadas na década de 70, que, em última análise, contribuíram para a crise da década de 80”, analisou.

Retomada do crescimento

Em suma, o Banco Central do Brasil (BC, BCB ou Bacen) é uma autarquia federal especial autônoma que integra o Sistema Financeiro Nacional e não é vinculado a ministério. A atual gestão do BC, presidida por Campos Neto, vem recebendo críticas pela política monetária, definindo os juros básicos da economia (taxa Selic) em patamares elevados. Como resultado, isso estaria inviabilizando a reindustrialização do país e a retomada do crescimento econômico.

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