Preço do ETH caiu em meio a saídas de ETF: o que aguarda o Ethereum?

Uma combinação de fatores fez despencar o preço do Ether (ETH), token nativo da rede blockchain Ethereum. Na análise a seguir, avaliamos três fatores por trás desse movimento de queda e o que sinaliza o futuro do ETH.
Em suma, a situação atual se deve às saídas de investimentos de ETFs de ETH, ao impacto de dinâmicas inflacionárias na oferta e ao declínio de atividade na rede. Além de destrinchar esse contexto, buscamos apontar possíveis cenários para o futuro do Ethereum.
Contextualizando o Ethereum
Criada em 2013 por Vitalik Buterin, Ethereum é um plataforma blockchain idealizada para a realização de contratos inteligentes (smart contracts) e aplicativos descentralizados (dApps). A rede permite que os usuários criem e inovem com contratos inteligentes, catalisando, assim, o surgimento de diversos ativos e indústrias. Por exemplo: finanças descentralizada (DeFi), tokens não-fungíveis (NFTs), organizações autônomas descentralizadas (DAOs), Web3 e muito mais.
Em essência, rede a Ethereum conta com um mecanismo específico para o processamento de contratos inteligentes, conhecido como Ethereum Virtual Machine (EVM). Além disso, emprega um mecanismo de consenso Proof-of-Stake (Pos), que impulsiona sua escalabilidade e sustentabilidade.
Queda de preço do Ether
Segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, o Ether (ETH) vivenciou um mês de agosto bem frustrante, com desempenho aquém do esperado, em relação ao mercado cripto de maneira geral.
O preço do ETH começou o mês em US$ 3.192 e caiu para US$ 2.290 no dia 5 de agosto. A criptomoeda flutuou durante o mês, chegando a US$ 2.794 em 24 de agosto, antes de fechar o mês em US$ 2.517. Ou seja, uma queda de 21% no mês.

Apesar do aguardado lançamento do primeiro ETF spot de Ethereum nos Estados Unidos, em 23 de julho, a histórica estreia não impulsionou o preço do Ether. Na verdade, os ETFs podem ter exercido um papel significativo na queda de preço do ETH.
Conforme a Farside Investors, os ETFs de ETH registraram um acumulado de US$ 562,5 milhões em retiradas da rede desde o lançamento, criando uma significativa pressão adicional para venda.

A própria dinâmica de oferta do Ether pode ser mais um motivo por trás da queda. Dados da Ultrasound.money mostram um aumento na oferta de Ether equivalente a 69.975 ETH nos últimos 30 dias, valendo, então, US$ 120,3 milhões.
Em outras palavras, isso representa um aumento anual de 0,7% nos últimos 30 dias, com uma taxa de emissão anual de 945.000 Ether, excedendo a burn rate (taxa de queima) de 93.000 Ether. Esse desequilíbrio entre oferta e queima poderia resultar em queda no preço, uma vez que mais ETHs estariam sendo criados do que destruídos. Contribuindo, desse modo, para um potencial excesso de oferta.

Impacto do upgrade Dencun
Maior upgrade do Ethereum desde The Merge, a atualização Dencun foi lançada em março. Esse marco prometia uma substancial redução nas taxas de transações das redes Layer 2 (ou seja, redes de segunda camada). Além disso, previa uma melhoria na escalabilidade do Ethereum.
Porém, apesar desses avanços positivos, o preço do Ether tem enfrentado problemas desde a atualização Dencun, como observado em um post no X, da empresa de análise de dados CryptoQuant, em 19 de agosto.
Os desdobramentos macroeconômicos também tiveram seu papel. O U.S. Federal Reserve (sistema de bancos centrais dos Estados Unidos) antecipou cortes nas taxas de juros, o que pode ser potencialmente favorável para mercados de risco. Por outro lado, o setor pode ser impactado por preocupações com uma recessão iminente.
Se os investidores temerem um downturn, podem migrar para ativos mais seguros, influenciando negativamente o preço do Ether. A recente volatilidade de ações tech, exemplificada pela significativa perda de valor de mercado da Nvidia, também pode contribuir para essa incerteza.
Desafios revelados pelas métricas on-chain
Características específicas do Ethereum também contribuem para esse relativo baixo desempenho. A reduzida atividade em sua camada-base, levando a taxas mais baixas, pode sinalizar o sucesso da Layer 2 no sentindo de escalar soluções. Porém, representa um risco para incentivos de longo prazo. Esses fatores sugerem, ainda, que o preço do Ether pode continuar a enfrentar problemas no futuro próximo.
Taxas mais baixas
As taxas da rede Ethereum vivem uma tendência de queda desde junho, quando a taxa média diária ficou em US$ 6,23. No dia 2 de setembro, a taxa de transações caiu mais ainda, chegando a US$ 0,94. Para se ter ideia do que isso representa, em março (antes da atualização Dencun), a taxa média diária era de US$ 25,15. Ou seja, em menos de seis meses, houve um declínio de 96%.

Por uma determinada perspectiva, essa queda reflete as crescentes eficiência da rede e adoção de soluções de camada 2 do Ethereum. Contudo, enquanto taxas mais baixas geralmente são vistas como algo positivo pelos usuários, por outro lado elas reduzem a receita dos validadores da rede. Stakers ganham recompensas baseadas nas taxas coletadas pela rede. Portanto, quando as taxas de transação diminuem, cai também a receita dos stakers.
Segundo dados do The Block, essa receita diminuiu de US$ 246,93 milhões em março deste ano para US$ 190,06 milhões em agosto. Ou seja, uma redução de mais de 23%, que poderia desencorajar o staking e levar a um declínio na segurança da rede.

O Ethereum também viu um consistente declínio com relação à sua dominância no mercado. Nesta semana (dia 09/09), a dominância do Ethereum havia caído para uma nível ainda mais baixo do que em abril de 2021. Atualmente, está em torno de 13,56%.
De acordo com um relatório da CryptoQuant, do último dia 4, desde que o Ethereum se tornou uma rede Proof-of-Stake (PoS), em atualização conhecida como The Merge, a conversão ETH/BTC caiu 44%, chegando ao menor nível dede abril de 2021. Mesmo depois da aprovação do ETF spot do Ether nos Estados Unidos, o Ethereum continuou a apresentar baixo desempenho, caindo 18% desde o dia 23 de julho.
Atividade em declínio na rede

A atividade da rede Ethereum tem diminuído, tanto com relação ao número de transações quanto aos endereços ativo de carteiras digitais. No dia 22 de agosto, o volume de transações na rede caiu para o menor nível em cinco meses, com a média móvel de sete dias (7DMA) se estabelecendo em 1,06 milhão de transações por dia. Em agosto, o número total de transações foi de 33,96 milhões, uma queda de 4% com relação a julho.
Em agosto, a rede Ethereum também registrou uma redução na atividade de trading. Segundo dados do The Block, a média móvel de sete dias (7DMA), referente a volume de transações diárias, caiu cerca de 18% em comparação com o mês anterior. Especificamente, passou de US$ 134,71 bilhões em julho para US$ 109,95 bilhões em agosto.

O dilema dos endereços ativos
De maneira geral, o número total de endereços ativos na rede vêm em queda desde março deste ano. Na ocasião, a rede chegou a ter 17 milhões de endereços ativos. Porém, esse número vêm diminuindo consistentemente, até chegar a 13,38 milhões em agosto. Ou seja, uma redução de 5% em comparação a julho e uma significativa queda de 21% com relação ao pico registrado em março.

Apesar de a atividade na rede, de maneira geral, estar em queda, há um sopro de esperança com relação ao número de novos endereços criados. Em agosto, o número de novos endereços na rede Ethereum ficou relativamente estável, em comparação a julho, chegando a 2,8 milhões.
Contudo, esse número ainda é menor do que os registrados em maio e junho. Isso sugere que, embora novos usuários continuem a aderir à rede, a taxa de crescimento diminuiu.
Em outras palavras, a estabilidade da criação de novos endereços em agosto pode ser vista como um sinal positivo, demonstrando que ainda há interesse pelo Ethereum, apesar da queda de atividade na rede. Porém, o movimento observado desde junho sugere que a rede não está atraindo novos usuários no mesmo ritmo.

ETFs de Ether
Em agosto, os ETFs de Ether registraram nove dias seguidos de retiradas (entre os 15 e 27). Foi, portanto, o período mais longo de saídas contínuas, desde o lançamento.
A maior parte do investimentos feitos pelos recém-aprovados ETFs de ETH foram ofuscados por retiradas do Grayscale Ethereum Trust (ETHE), que excederam US$ 2,693 bilhões (até o dia 9 de setembro). O fundo registrou saídas diárias em agosto, com exceção dos dias 12 e 30.
Porém, entradas de capital no BlackRock’s iShares Ethereum Trust ETF (ETHA), no Fidelity Ethereum Fund (FETH) e no Bitwise Ethereum ETF (ETHW) ajudaram a reduzir os danos. ETHA também se tornou o primeiro ETF spot de Ether a atingir US$ 1 bilhão em fluxos de entrada na rede, em 20 de agosto. No total, os ETFs spot de Ether têm, atualmente, um fluxo negativo na rede equivalente a US$ 573,7 milhões.
A BlackRock, por sua vez, está expandindo sua oferta de produtos globalmente. No último dia 28, a companhia listou seu ETF de Ethereum na Bolsa de Valores brasileira B3, por meio de um depositary receipt. Esse movimento permite que investidores individuais e institucionais no Brasil possam negociar iShares Ethereum Trust (ETHA) usando o ticker ETHA39.
Ponto positivos para o ecossistema Ethereum em agosto
Agosto foi um mês significativo para o ecossistema Ethereum, marcado por aumento na atividade de desenvolvedores, adoção institucional e usos inovadores.
A rede Ethereum lidera a indústria blockchain no que diz respeito à atividade de desenvolvedores. Além disso, o número de pesquisadores trabalhando na rede aumentou mais de 2.100% entre o primeiro trimestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2024.
Nesse sentido, pode-se avaliar o sucesso do Ethereum não pelo seu preço, mas pela capacidade intelectual. O aumento da atividade de pesquisadores é um indicador positivo para o futuro do Ethereum. Isso porque o ritmo inovador da rede está diretamente ligado ao número de pessoas contribuindo com esse desenvolvimento.
Soluções de camada 2 impulsionam transações
A rede Ethereum também continua a liderar em termos de Valor Total Bloqueado (TVL) e volume de transações. Entretanto, sua dominância nas exchanges descentralizadas (DEX) vem caindo gradualmente.
A evolução das soluções de camada 2 baseadas em Ethereum
O ecossistema Layer 2 da rede Ethereum continua a evoluir, ultrapassando rapidamento a blockchain-base em termos de atividade.
Segundo dados do L2Beat, Xai e Base processaram a maioria das transações – mais de 286,9 and 122,6 milhões de transações nos últimos 30 dias, respectivamente, superando os 32,9 milhões da Ethereum.
Outras soluções de camada 2, como, por exemplo, Taiko e Arbitrum, também mostraram uma atividade impressionante, com 65,1 milhões e 50 milhões de transações, respectivamente, no mesmo período.
Polygon e Optimism, duas proeminentes soluções Layer 2 baseadas em Ethereum, apresentaram um substancial crescimento na atividade de desenvolvedores em agosto.
Contudo, apesar do entusiamos dos desenvolvedores, os tokens nativos da Polygon (MATIC) e Optimism (OP) não performaram bem. Os dois tokens apresentaram queda de 15% e 14%, respectivamente.
Symbiotic e Magpie Ecosystem também foram destaques do Ethereum em agosto. Symbiotic lançou sua devnet na Ethereum no dia 12 de agosto, oferecendo uma customizada plataforma de stake para blockchains, e recebeu US$ 1,58 bilhões em depósitos. Similarmente, a Magpie Ecosystem, plataforma de finanças descentralizadas e recompensas, passou de US$ 1,37 bilhão em TVL.
Lido e Uniswap lideram, apesar de queda nas taxas
Em agosto, as taxas mensais do protocolo DeFi caíram 24,4% com relação a julho, atingindo o nível mais baixo desde fevereiro. Esse cenário indica um declínio na atividade DeFi.
Lido, solução de staking líquido baseada em Ethereum, e Uniwap lideraram os protocolos DeFi com relação a taxas coletadas, acumulando US$76,18 milhões e US$ 46,06 milhões, respectivamente.
Atualização Polygon 2.0 aumenta atividade
No dia 4 de setembro, a Polygon executou com sucesso um importante upgrade técnico, marcando a transição para Polygon 2.0. Como parte dessa atualização, a criptomoeda nativa da rede, MATIC, foi substituída pelo novo token POL, na conversão de 1:1 (cada token MATIC foi automaticamente convertido em token POL).
Starknet introduz execução paralela
Starknet, uma solução Layer 2 descentralizada construída com base na Ethereum, lançou um importante upgrande, conhecido como versão 0.13.2 em 28 de agosto.
Essa atualização introduz a execução paralela na rede Starknet. Isso vai permitir processar múltiplas transações simultaneamente, agilidando os processos e tornando a Starknet mais atrativa para desenvolvedores e usuários.
EigenDA amplia suporte a tokens
EigenDA é um serviço descentralizado de disponibilidade de dados construído na plataforma de restaking da EigenLayer, baseada em Ethereum. Agora, o EigenDA suporta restaking de token nativo para redes de camada 2.
Além dos tokens Ether e EIGEN, é possível fazer o restake de tokens ERC-20, aumentando a segurança para rollup users e oferecendo recompensas aos proprietários de tokens.
Status faz parceria com Linea
Linea, uma solução Layer 2 construída com base no Ethereum, fez uma parceria com o Status, um coletivo global focado em construir comunidades digitais inclusivas, a fim de lançar a Status Network.
Status será a primeira a contribuir diretamente com a base de código aberto da Linea. Operando uma versão idêntica da Linea em paralelo, a Status vai ajudar a fortalecer o ecossistema e garantir seu contínuo desenvolvimento.
Layer 2 do Aleph Zero aumenta a privacidade
Em 12 de agosto, Aleph Zero, um ecossistema blockchain que prioriza a privacidade e a eficiência, introduziu uma nova solução de camada 2 compatível com Ethereum em sua rede independente. A nova camada Ethereum Virtual Machine (EVM) utiliza a tecnologia Arbitrum Orbit e promete mais agilidade e privacidade.
Apesar da volatilidade, Ethereum domina vendas de NFTs
Em agosto, mais uma vez o Ethereum liderou o ranking de vendas de NFTs, apesar de receios com relação a volatilidade e queda de preço.
Em comparação com julho, as vendas de NFT na rede tiveram uma pequena queda de 10%, totalizando US$ 127,7 milhões. Dados do CryptoSlam também mostraram que a rede Ethereum atraiu 79k compradores e 63k vendedores, o mesmo registrado no mês anterior. O número de transações de NFTs na Solana chegou a quase 770k em agosto (+28%).

Em agosto, CryptoPunks liderou as coleções de NFTs baseados em Ethereum, com US$ 18,1 milhão em vendas, o que representa uma expressivo crescimento de 118%. Sorare veio logo em seguida, gerando US$12,9 milhões, o que equivale a um aumento de 26%. Bored Ape Yacht Club garantiu o terceiro lugar com US$ 11,6 milhões, registrando um aumento de 30%. Pudgy Penguins ficou em quarto, com US$ 8,5 milhões em vendas, apresentando um aumento de 30%.
No entanto, nem todas as coleções obtiveram ganhos. Milady Maker registrou US$ 4,6 milhões, o que representa um declínio de 8%. Enquanto isso, Azuki teve uma queda significativa de 25%, com US$ 2,7 milhões.
O mais caro NFT CryptoPunk vendido
No dia 19 de agosto, a peça mais cara da coleção de NFTs CryptoPunks foi vendida por um valor não divulgado.
Em 2022, o investidor Deepak Thapliyal virou manchete ao comprar o CryptoPunk #5822, um raro “alien punk” usando uma bandana, por 8.000 ETH, o equivalente a US$ 18,8 milhões. Essa venda estabeleceu um recorde e ainda é considerada a quarta transação mais cara na história dos NFTs.
Segundo o site oficial CryptoPunks, apenas um “alien punk” está à venda atualmente, por 5.000 ETH, cerca de US$ 11,7 milhões.
O que vem por aí para o Ethereum?
Apesar do aguardado lançado do ETF spot de Ether nos Estados Unidos, o preço do Ether caiu 21% em agosto. Ao passo em que existem avanços positivos no ecossistema Ethereum, como, por exemplo, o aumento da atividade dos desenvolvedores e o sucesso das soluções de Layer 2, o sentimento geral no mercado e as métricas on-chain desenham um cenário preocupante.
A habilidade do Ethereum para enfrentar obstáculos e recuperar os níveis de preço depende de uma complexa combinação de fatores. Isso porque uma recessão iminente ou um declínio persistente na atividade da rede poderia minar ainda mais a confiança dos investidores, lançando uma sombra sobre o futuro da criptomoeda.
As recentes retiradas de ETFs de Ether, embora não totalmente inesperadas, podem impactar significativamente o preço no longo prazo. O sucesso desses ETFs depende da habilidade de atrair e reter investidores, o que, por sua vez, depende do desempenho geral do Ethereum e do sentimento do mercado.
Além disso, o animador desenvolvimento de soluções Layer 2 representa tanto oportunidades como desafios para a camada-base da rede Ethereum. Atualmente, essas soluções estão impulsionando o volume de transações e aumentando a escalabilidade. Porém, seu impacto de longo prazo na blockchain Ethereum é incerto. A questão é se as soluções Layer 2 vão, no fim das contas, abocanhar tanta atividade que a camada-base se tornará menos relevante, ou se servirão para complementar e reforçar a funcionalidade principal do Ethereum.
Principais takeaways:
- Ether teve desempenho abaixo do esperado em Agosto, com queda de 21%, apesar do lançamento do ETFs spot de Ether nos Estados Unidos. A dinâmica inflacionária do Ethereum, com oferta maior do que queima, pode reduzir o preço.
- Houve muitas saídas de capital de ETFs de Ether, superando US$ 562,5 milhões e criado uma pressão adicional sobre as vendas.
- As taxas da rede caíram bastante, levantando receios com relação à receita dos stakers e à segurança da rede.
- Tanto o número de transações quanto a quantidade de endereços ativos no Ethereum diminuíram, indicando uma redução no uso geral da rede.
- Soluções de camada 2 baseadas em Ethereum tiveram crescimento expressivo em agosto, processando muito mais transações do que a rede-base. Especificamente, Xai and Base processaram mais de 286,9 milhões e 122,6 milhões de transações nos últimos 30 dias (superando os 32,9 milhões da Ethereum).
- Ethereum manteve sua liderança no volume de vendas de NFTs, atingindo US$ 127,7 milhões.

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