Sistema de pesquisas do Google deixou de exibir gráficos e preço do BTC e outras criptomoedas 

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Em contrapartida, as informações acerca das ações permanecem aparecendo normalmente.
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Durante o fim de semana os usuários notaram que o Google deixou de mostrar automaticamente os valores e gráficos das criptomoedas. Em contrapartida, as informações acerca das ações permanecem aparecendo normalmente.

A mudança foi percebida por usuários da rede social X enquanto buscavam informações sobre os ativos. A partir de agora, os gráficos e o valor atualizado só podem ser acessados quando o usuário optar por usar a ferramenta Google Finance. Além disso, foi notado que as informações referente aos investimentos tradicionais, como as ações, por exemplo, seguem aparecendo sem qualquer alteração.

Antes, era possível ver de imediato os gráficos com as taxas atuais das principais criptomoedas. Assim, era mais fácil verificar os preços a qualquer momento sem a necessidade de abrir outros aplicativos. Com isso, as decisões de compra ou venda dos investidores eram mais rápidas.

Após notar a mudança e questionar a decisão do Google, os internautas levantaram algumas possibilidades para a situação. A primeira considera o crescimento do BTC e demais criptomoedas, sugerindo, assim, que instituições financeiras podem estar requerendo a alteração. A segunda pondera o crescimento do mercado digital como visto agora. Isso pode ter impulsionado a mudança na forma como a plataforma apresenta as informações.

Continue a leitura para saber mais sobre as buscas pelo Bitcoin e as projeções de preço mais recentes.

Número de buscas pelo Bitcoin no Google atingiu a pior marca do ano

Outro fato chamou a atenção dos internautas e investidores: o volume de buscas pela palavra “Bitcoin” no Google. No último dia 12, as pesquisas tiveram a menor pontuação do ano. Isso indica que o interesse dos usuários caiu bastante. Em uma escala que vai de 0 até 100, a pontuação atual é de apenas 33 pontos.

Segundo alguns especialistas, esse pode ser um sinal positivo. Conforme Ryan Lee, analista chefe da Bitget, a última vez que o interesse esteve tão baixo foi entre final de janeiro e começo de fevereiro. Logo após o fenômeno, o preço do BTC passou de US$ 41 mil para mais de US$ 71 mil. Logo depois disso, a marca de valor máximo histórico do ativo foi atingido.

Além disso, Lee também destacou que a falta de procura pelo ativo no sistema de pesquisa pode ter sido ocasionado pela baixa geral do mercado. Isso porque, de maio até setembro, o preço do Bitcoin não agradou os investidores, que pode ter resultado em um número menor de procura.

Contudo, o cenário atual é promissor, já que para ele essa “estagnação do mercado” pode ser a oportunidade perfeita para impulsionar o crescimento do BTC. Ryan destaca que o mesmo aconteceu em 2023, quando o interesse pelo token mais baixo contribuiu para os resultados de março deste ano.

O especialista ainda enfatizou que comprar o Bitcoin em períodos em que o interesse do mercado está menos evidente é inteligente. Isso porque, há uma tendência de que os preços sejam menores, tornando a estratégia mais racional e acertada.

As oscilações no preço do Bitcoin

Os últimos meses têm sido de instabilidade para o BTC e demais altcoins. Não é para menos, alguns fatores estão influenciando o mercado e trazendo baixas de preços. No começo do ano, o ativo teve um bom impulso, especialmente devido à aprovação dos ETFs de BTC. Depois disso, o halving do ativo aumentou a FOMO entre os investidores, resultando no maior valor de venda registrado.

Contudo, o preço voltou a baixar devido ao agravamento da crise nos Estados Unidos. Desde meados do primeiro semestre, o FED vem tentando controlar a inflação no país. A estratégia de aumentar as taxas de juros não estava surtindo efeito. Agora, uma nova abordagem entrou em vigor, cerca de 50 pontos dessas taxas foram cortados. Com isso, a maioria dos tokens registrou um leve aumento de preços, especialmente o BTC.

Mesmo com um cenário mais amigável, a situação econômica ainda não está controlada. Uma nova reunião que acontecerá em novembro deve definir se mais um corte de juros será feito ou não. Com isso, há possibilidade de que os tokens voltem a crescer.

Além disso, está em curso a eleição presidencial nos Estados Unidos. Por ser o país com maior adoção de criptomoedas do mundo, a escolha impacta o mercado de maneira geral. Existem dois cenários possíveis: a vitória de Donald Trump ou de Kamala Harris.

O primeiro é abertamente defensor do mercado digital e, caso vença, tende a impulsionar o mercado. Já Harris pouco falou sobre o assunto durante a campanha, por isso, causa mais receio devido à postura conservadora. Nas últimas pesquisas, os candidatos aparecem tecnicamente empatados, aumentando a tensão.

Projeções de preço do BTC para o próximo ano são otimistas

Empresas de análises de dados, como a CryptoQuant, por exemplo, estão sempre atentas às movimentações do BTC. Recentemente a empresa divulgou um relatório com projeções para os últimos meses do ano. Com base na movimentação de preços que aconteceu nos halvings anteriores, os analistas apostam em um crescimento acelerado para o ativo até o final do ano.

Especialistas independentes também estão confiantes quanto à possibilidade de crescimento do ativo. Alguns afirmam que os tokens de BTC podem passar de US$ 100 mil até meados do ano que vem. Todas as previsões são centradas em movimentações anteriores do ativo. Isso porque, logo após o último halving, o preço do token baixou bastante. Isso aconteceu antes de crescer e superar os máximos históricos, pegando os investidores de surpresa. Portanto, existe uma grande possibilidade de que isso volte a acontecer no atual cenário.

Mesmo com sentimento mais otimista no ar, todos os especialistas deixam claro que os fatores externos devem ser favoráveis para que, de fato, as altas do Bitcoin aconteçam. Portanto, o momento agora é de preparação para as altas previstas. Os investidores que querem ter os melhores rendimentos devem pensar em compor carteira, comprando os melhores ativos agora. Isso é válido para o BTC e demais altcoins, pois uma carteira diversificada pode resultar em bons retornos.

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