Depois da queda da FTX, agora a BlockFi também pede falência nos EUA

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O ano de 2022 já assistiu às quedas de várias grandes empresas ligadas, de uma maneira ou de outra, ao universo cripto. O caso mais recente é o da plataforma de empréstimos de ativos digitais BlockFi, que anunciou ter entrado no dia 28 de novembro com um pedido de recuperação judicial, o mesmo foi feito com base no Capítulo 11 do Código de Falências dos Estados Unidos.

Especulaçãos sobre a falência da BlockFi cresciam diante da derrocada da FTX

Depois de dias negando especulações de insolvência, em 10 de novembro, a plataforma suspendeu os saques, o que alegou ter o direito de fazer com base nos termos de uso de seus serviços. Os motivos citados foram a situação criada pelo colapso da corretora FTX e a necessidade de preservar os fundos de seus clientes.

As relações entre BlockFi e FTX eram bastante próximas. Em julho deste ano, quando a plataforma de empréstimos enfrentou uma crise causada pelo colapso da criptomoeda LUNA, que colaborou para as falências de grandes empresas como Voyager, Celsius e Three Arrows Capital, a corretora ofereceu uma linha de crédito de até US$ 400 milhões de dólares à plataforma e adquiriu uma opção de compra dela por até US$ 240 milhões de dólares.  

Segundo o anúncio da BlockFi à imprensa, ao saber do colapso da FTX, a diretoria da BlockFi começou a agir para defender os interesses de seus clientes e recuperar ativos da plataforma depositados na corretora, além de recuperar dinheiro emprestado a ela ou a empresas controladas por ela.

Prejuízos milionários contribuem para falência da empresa

Um representante da BlockFi afirmou que a Alameda, uma subsidiária da FTX, deve US$ 680 milhões de dólares em empréstimos à plataforma. Além disso, a BlockFi está processando a FTX pelo controle de 56,3 milhões de ações da RobinHood, uma corretora online.

A petição de recuperação judicial da BlockFi indica que a plataforma possui cerca de US$ 250 milhões de dólares líquidos, valores com os quais pode manter suas operações e financiar o aspecto legal do processo de recuperação judicial. O documento estima tanto os ativos como as dívidas da empresa em algo entre US$ 1 bi e US$ 10 bilhões de dólares e estima seu número de credores em 100 mil, a lista dos quais, por enquanto, não foi divulgada.

Entre os credores que a BlockFi mencionou em sua petição de recuperação judicial, estão a FTX, de cuja linha de crédito usou 275 milhões, e a Ankura Trust, empresa responsável pela proteção dos interesses dos clientes de contas com juros da plataforma, à qual deve mais de US$ 700 milhões de dólares.

A petição também identifica o Valar Fund V, um fundo da Valar Ventures, empresa do ramo de capital de risco, como um dos sócios da Block Fi, com uma participação acionária de 19% na empresa.

Nova plataforma de apoio a traders pode ajudar investidores a fugir de colapsos de criptomoedas

As quedas recentes (e ligadas) de BlockFi e FTX, que se somam às das plataformas de empréstimos Celsius e Voyager e ao fundo de hedge Three Arrows Capital, reforçam a importância de boas informações na tomada de decisões de investimento relacionadas a criptomoedas.

Um empreendimento que tem por finalidade atender a essa necessidade de informações é o Dash 2 Trade, que oferecerá ferramentas, análises e dados a investidores interessados em criptomoedas. Os recursos prometidos incluem uma ferramenta para avaliação de perfil de risco do investidor, outra que fornecerá informações sobre os ânimos nas redes sociais e uma que permitirá testar estratégias antes de aplicá-las.

Além disso, os investidores receberão avisos sobre oportunidades promissoras para comprar ou vender determinadas criptomoedas e serão alertados sobre listagens de ativos em exchanges confiáveis. Também será possível usar robôs para a execução automática de estratégias de investimento.

Parte dos recursos do Dash 2 Trade poderão ser usados de forma gratuita, mas níveis mais completos de acesso dependerão de assinaturas pagas como o token da plataforma, o D2T, que se encontra em pré-venda no momento, em que, até agora, já foram obtidos cerca de US$ 7,50 milhões de dólares.

Entre as exchanges com as quais foram concluídos acordos para listagem do token após a fase de pré-venda, estão Uniswap e LBank. É possível que o interesse pelos recursos disponibilizados pelo Dash 2 Trade crie demanda suficiente para elevar a cotação da criptomoeda, cujos fundamentos são bons, segundo vários observadores do mundo cripto.

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