Altcoins ou Bitcoin? Análise indica 5 melhores criptomoedas para comprar em agosto

A corretora brasileira Foxbit divulgou uma nova análise que destaca as cinco melhores criptomoedas para comprar em agosto.
O relatório chega em um momento de forte oscilação no mercado, logo após a decisão do Federal Reserve de manter os juros dos Estados Unidos em 4,25%. Desse modo, o fato inicialmente derrubou os preços das principais criptos.
Apesar disso, nesta quinta, 31, os ativos se recuperaram rapidamente, alimentando um sentimento otimista entre investidores.
A influência do cenário político sobre o Fed ficou evidente durante a última reunião, quando dois representantes indicados por Donald Trump votaram pela redução das taxas.
Esse movimento gerou dúvidas sobre a independência do banco central americano e reforçou o apelo das criptomoedas como ativos alternativos.
No entanto, com o preço do Bitcoin preso entre US$ 116 mil e US$ 119 mil, aparentemente sem forças para romper US$ 120 mil, as altcoins surgem com força apoiadas pela retórica da altseason.

Melhores criptomoedas para comprar em agosto
Agora, o Bitcoin (BTC) lidera a lista da Foxbit. Mesmo em um mercado lateralizado, o ativo mostra resiliência e força.
No fim de julho, os ETFs spot voltaram a registrar entradas líquidas significativas, com destaque para o iShares Bitcoin Trust, da BlackRock.
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Dados on-chain revelam que os investidores de longo prazo continuam retendo seus BTCs, o que reduz a pressão de venda. Se o ativo romper com clareza a barreira dos US$ 126 mil, um novo rali pode começar.
Na segunda posição, Ethereum (ETH) atrai atenção com a iminente estreia dos ETFs nos EUA. A expectativa de liquidez adicional fortalece o interesse institucional, especialmente após uma alta de mais de 50% nos últimos dois meses.
Grandes carteiras seguem acumulando o ativo, e a zona dos US$ 4.000 surge como um ponto técnico crucial no curto prazo.

Além disso, a empresa destaca que o Solana (SOL) aparece como uma alternativa promissora ao Ethereum. A rede voltou aos holofotes com a possibilidade de aprovação de um ETF próprio.
Sua atividade on-chain permanece elevada, impulsionada por produtos como o smartphone Saga e pela forte presença nos setores de games e DeFi. Gestoras já lançaram fundos dedicados ao SOL, ampliando seu espaço no mercado institucional.

Ripple e Solana
Na quarta posição, o Ripple (XRP) retoma protagonismo após resolver uma disputa judicial com a SEC. A clareza regulatória atraiu novas listagens e reativou o interesse institucional, incluindo ETFs lastreados no token nos Estados Unidos e Canadá.
Com atuação contínua em pagamentos internacionais e possível aprovação de um ETF spot, o XRP pode buscar valorização na faixa dos US$ 3.

Por fim, a Foxbit indica o Chainlink (LINK) como uma joia estratégica. Apesar de pouco comentada pelo público geral, a rede se firmou como a principal provedora de oráculos do ecossistema cripto.
Projetos-piloto com Swift, UBS e o Banco Central do Brasil colocam a rede Chainlink no centro da integração entre o sistema financeiro tradicional e as blockchains. O staking de tokens e novas parcerias podem gerar escassez e pressionar o preço para cima no médio prazo.

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